Movimento no Mercado brasileiro de Azeites

A Sovena, um dos maiores produtores portugueses de azeite, terminou a parceria que deticard_azeite_como_faz_google_free.jpgnha com a Bunge no Brasil, desde 2005, e assumiu a sua própria operação distribuição naquele país. A empresa portuguesa detém a segunda marca de azeite mais vendida no mercado brasileiro, a Andorinha.

Ao adoptar a operação directa, a Sovena pretende reforçar a distribuição por forma a alcançar a liderança do mercado de azeite no Brasil no final da década, segundo assumiu o director-geral da Sovena para a região da América Latina, Vasco Campos, em entrevista ao diário brasileiro “Valor Econômico”.

O mesmo responsável explicou que a empresa decidiu assumir a operação de distribuição no Brasil para poder avançar com a estratégia de expansão naquele país. E revelou que pretende também lançar outras marcas de azeite naquele país, como a Oliveira da Serra, Fontoliva e Olivare. Sem revelar valores, Vasco Campos afirmou que as vendas da marca Andorinha cresceram 10% acima da média do mercado, em 2015.

Recorde-se que o mercado brasileiro de azeite é liderado pela marca Gallo.

Vasco Campos mostrou-se convicto de que as vendas de azeite no Brasil deverão crescer nos próximos anos. “Em um ou dois anos o mercado volta a crescer 15% a 20% ao ano”, estimou.

A Sovena assume-se como líder em Portugal nos mercados de azeite, óleos vegetais e sabões, detendo marcas como a Oliveira da Serra, Fula, Vêgê e Clarim.

http://economico.sapo.pt/noticias/sovena-rompe-parceria-e-assume-distribuicao-directa-no-brasil_246350.html

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Mercado de azeites registra queda de 23% nas importações

Mercado de azeites registra queda de 23% nas importações

Como tenho escreito aqui, a plantação de oliveiras e a produção de azeitonas e azeites vem crescendo intensamente no Rio Grande do Sul. Ontem, conversei com Luiz Eduardo Batalha, dono dos maires oliveiras exisentes no estado, em Pinheiro Machado, e ele confirou que a safra deste ano, em andamento, está muito boa. Hoje, é possível que o governador do RS, José Ivo Sartori (PMDB), visite sua fazenda Guarda Velha, para acompanhar o esmagmento das azeitonas. O Rio Grande do Sul, que há cerca de dois anos tinha apens duas marcas de azeite no mercado, já tem 10. E outras três são esperadas com muita ansiedade, a do Rul Anselmo Rando, lá de Vacaria; a da Miolo, em Candiota: e a da Casa Valduga, em Encruzilhada do Sul. Como acontece em outros países, tradicionais produtores de vinhos estão entrando também na área do azeite. A produção brasileira – também em Minas Gerais e São Paulo – ainda é muito pequena para influenciar no mercado brasileiro de azeites, um dos maiores do mundo, mas as importações estão caindo.Segundo a Oliva, a crise política e econômica no País e a desvalorização cambial são os principais responsáveis pelo número negativo do setor. O cenário desfavorável que o Brasil atravessa vem afetando praticamente todos os segmentos. Não é diferente com o mercado de azeites que registrou retração de 23% nas importações de 2015 em relação a 2014, verificando-se uma queda de 73 mil ton, em 2014, para 56 mil ton, em 2015*.
*Fonte: Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior (AliceWeb) da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fontes – http://aliceweb.desenvolvimento.gov.br/
http://cordeiroevinhobyucha.blogspot.com.br/2016/03/mercado-de-azeites-registra-queda-de-23.html
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Abertura oficial da safra de azeitonas 2015/2016

Azeitona  s no Rio Grande do Sul já estão no ponto da colheita
A abertura oficial da colheita de azeitonas, safra 2015/2016, será feita dia 4 de março, às 14h, no olival da Tecnoplanta, em Barra do Ribeiro, provavelmente com a presença do governador José Ivo Sartori (PMDB) e do secretário estadual da Agricultura, Ernani Polo. A colheita começou em fevereiro e, Azeitonas no Rio Grande do Sul já estão no ponto da colheita apesar de uma primavera ruim em termos climáticos, a safra terá boa qualidade. Na Tecnoplanta (marca Prosperato), espera-se uma colheita de 100 toneladas de azeitonas e entre 12 e 15 mil litros de azeite. A empresa possui cerca de 250 hectares plantados com oliveiras em Barra do Ribeiro, Caçapava do Sul, São Sepé e Sentinela do Sul. Até o final do ano, Barra do Ribeiro deve ter mais 50 hectares de olivais implantados. Atualmente, o Rio Grande do Sul é o principal produtor de oliveiras e azeite de oliva no Brasil, com cerca de 1.670 hectares plantados, de acordo com levantamento feito pela Emater em novembro de 2015. A Prosperato apresentará um blend (mistura) das variedades arbequina e arbosana e um monovarietal da espécie koroneiki. Além destas variedades, a equipe da empresa fará as primeiras extrações das picual e galega, em pequena escala.
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Azeite e a Máfia

aceite-premium-665Um relatório dedicado ao envolvimento da máfia na agricultura italiana e, especialmente, no setor do azeite de oliva, veiculado pela CBS News ’60 Minutes’ em 3 de janeiro de 2016, esquenta o cenário internacional de produção de Azeite de Oliva.

Uma onda de escândalos recentes envolvendo azeite adulterado e a Máfia na indústria italiana de Azeites, o correspondente Bill Whitaker da CBS News, levantou o emaranhado de negócios envolvendo o produto em todo o território “Made in Italy “.

A indústria de alimentos italiana, com um volume de negócios anual estimado em US $ 16 bilhões, sofre com as fraudes. A explosão do crime que tem como principal objetivo fornecer produtos adulterados e sem qualidade resulta numa “explosão de crimes e fraudes no setor.”

Para barrar a onda de produtos adulterados o investigador italiano Sergio Tiro, tem uma equipe de 60 provadores treinados capazes de detectar azeites adulterados “no primeiro gole”, o relatório apresentou uma entrevista com Tom Mueller, o autor da denúncia Azeite Virgem Extra.
A ilegalidade acontece o tempo todo “Em muitos casos estão produzindo azeite de qualidade inferior que tem sido misturado com um pouco de bom azeite extra-virgem … ou também produzindo óleo desodorizado”, disse Mueller.

Produtor de Azeite na Sicilia, Nicola Clemenza, está liderando um consórcio de 200 agricultores contra a máfia na região.

“No dia em que começou o consórcio, eles queimaram meu carro, eles incendiaram parte da minha casa e eu estava lá dentro com minha esposa e minha filha”, disse Clemenza.
Mueller disse que o controle da máfia permeia o abastecimento de alimentos na Itália, e descreveu seu impacto sobre o azeite nos termos mais sombrios: “É muito difícil dizer, em qualquer caso dado com azeite exatamente quantas gotas em uma determinada garrafa realmente tem sangue da Máfia.”
“Eles descrevem como um lampante – o azeite de qualidade mais baixa. Isso passa a ser um dos best-seller nos Estados Unidos “. A marca mais vendida nos Estados Unidos é a Bertolli, que é objeto de uma investigação de fraude de alto perfil e vários processos de ação de classe.

 

http://www.oliveoiltimes.com/olive-oil-basics/mafia-olive-oil-on-60-minutes/50203

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