E, ai, Então é Natal…..

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O Pão, o Vinho e o Azeite, fonte de vida e paz, Saúde!

Pode ser uma mesa modesta ou farta, pode ser toda branca ou colorida, pode ser com ou sem luxo, pode ser simples ou sofisticada, pode ser formal ou informal. O que vale é ter um espaço para celebrar o Natal, ter um momento especial em que as pessoas unidas compartilham o alimento como símbolo máximo da proximidade de princípios que nos reúne como irmãos. Somos tomados pelo clima natalino e com ele os preparativos para a ceia no dia 24 de dezembro.

A paciência e dedicação de quem prepara os alimentos, os cheiros, os sabores e cores de pratos especiais feitos com amor e carinho por quem coloca a mão na massa para a satisfação de todos.

Nestes tempos tão carentes de amor, tornemos o momento do Natal, um momento divino, em que a família e os amigos de boa vontade  se reúnem e confraternizam em volta da mesa, para selar os laços que os aproximam para celebrar a amizade.

E, para uma refeição saborosa, deve-se incluir, o alimento (pão), a bebida (vinho) e a paz (azeite). Aqui vamos falar da simbologia do azeite que na antiguidade era sinônimo de sabedoria, paz, abundância e glória para os povos.

Uma receita muito tradicional, é o famoso Bacalhau com Azeite que é de longe uma das receitas mais apreciadas é um clássico que perdura à tempos e proporcina grande alegria na vida e na cultura de muitas famílias.

No momento da Ceia de Natal, sirva um bom bacalhau regado ao azeite, pois como é um peixe intenso também harmoniza muito bem com vinhos, que vão desde o vinho verde até  vinhos tintos encorpados, você também pode acompanhar o prato com uma uma farta fatia de pão

O que mais podes querer para o Natal? Uma mesa farta, sua família e um bom vinho!

Desejo à todos um Feliz Natal e um 2017 cheio de paz, alegrias e muito azeite!!!

Patricia Galasini

www.expoazeite.com.br

por JKPG Postado em Post

Cadeia produtiva da olivicultura no Rio Grande do Sul ganha incentivo de ICMS

Para atender a uma reivindicação dos produtores gaúchos de azeite de oliva, o governo do Estado assinou, nesta quinta-feira, decreto de redução da carga tributária, através de crédito fiscal de ICMS presumido, passando a alíquota de 18% para 7% nas vendas internas (dentro do Estado) de azeite fabricado com azeitonas produzidas no País. A resolução estimula a cadeia produtiva de oliveiras no Rio Grande do Sul, auxiliando na execo_36980-311571pansão e consolidação das atuais fábricas.
Com o decreto, o Estado implementa em sua legislação o convênio ICMS 91/16 aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A iniciativa intensifica a cooperação e as ações entre parceiros estaduais e instituições privadas, previstas no Programa Estadual de Desenvolvimento da Olivicultura (Pró-Oliva), criado em julho do ano passado pelo Decreto nº 52.479.
Hoje, o setor da olivicultura no Rio Grande do Sul é responsável por dois mil hectares de plantações de azeitonas; 160 produtores rurais em 55 municípios; oito indústrias; e 13 marcas de azeite. Segundo dados da Emater e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, em 2014/2015 foram produzidos 11.141 mil litros de azeite no Estado. A estimativa para a safra 2015/2016 é chegar a 33 mil litros. No ano passado o faturamento das indústrias gaúchas ficou em R$ 440 mil, de acordo com informações da Secretaria da Fazenda.
Atualmente o Rio Grande do Sul adquire cerca de R$ 35 milhões de azeite de oliva, por ano, de outros estados brasileiros – R$ 1 milhão de produção nacional e R$ 34 milhões de azeite importado. Calcula-se que, nos últimos anos, os investimentos privados passam dos R$ 80 milhões, tanto na implantação de olivais como na instalação das oito fábricas de azeites do Estado, gerando mais de mil empregos. O cultivo de olivais é um plantio demorado, de longa maturação, por isso a necessidade de incentivos.
por JKPG Postado em Post